O DNA do ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn foi encontrado na roupa da camareira que o acusa de agressão sexual e de tentativa de estupro, indicou nesta segunda-feira (23) a rede americana NBC. Em prisão domiciliar em Nova York, Strauss-Kahn, acusado de crimes sexuais, diz que vive um "pesadelo" segundo carta enviada à instituição financiera, enquanto procura um novo apartamento em uma cidade onde ninguém parece querê-lo como morador.
"Estes últimos dias foram muito dolorosos para minha família e para mim, bem como, eu sei, para todos no Fundo. Estou realmente desolado", escreveu o ex-chefe do FMI, em e-mail assinado "Dominique" e redigido em inglês no domingo.
"Nego nos termos mais fortes possíveis as acusações contra mim: estou convencido de que a verdade será conhecida e que serei declarado inocente", acrescentou.