As autoridades líbias admitiram neste sábado (26) a derrota em Ajdabiya, de onde se retiraram após os bombardeios da coalizão internacional, afirmou o vice-ministro de Relações Exteriores do regime de Muammar Gaddafi, Khaled Kaim, de acordo com a agência de notícias EFE e a rede de TV americana CNN. O governo líbio veicula que as forças internacionais cometeram um massacre na cidade com bombardeios. Por outro lado, os rebeldes denunciam com freqüência desrespeito aos direitos humanos com assassinatos, ataques a hospitais e ambulâncias e até mutilações, como noticiou nesta sexta-feira (25) o jornal parisiense Le Monde.
Mais cedo, os opositores ao ditador da Líbia anunciaram a conquista da cidade. Ajdabiya é um importante acesso para a “capital rebelde”, Benghazi, de 1 milhão de habitantes e a segunda cidade da Líbia. Fui justamente quando as tropas de Gaddafi se dirigiam à cidade que o Conselho de Segurança da ONU aprovou na última semana a resolução para proteger a população civil. Líderes como o presidente da França, Nicolas Sarkozy, disseram que a operação evitou um massacre.
A agência de notícas EFE informou que agora os rebeldes avançam em direção a Brega, de acordo com o porta-voz Shams Eddin.